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Carga tributária para dentistas: quais as diferenças entre Autônomo e PJ

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Carga tributária para dentistas: quais as diferenças entre Autônomo e PJ

Trabalhar como dentista é certamente difícil quando se diz respeito à carga tributária que incide sobre a sua atividade econômica. Além de pagar um alto valor de impostos, muitos profissionais liberais ainda precisam lidar com diversas questões jurídicas e também com o elevado número de despesas operacionais. 

O segmento da odontologia, além de tudo isso, ainda é complicado devido ao alto índice de despesas operacionais que envolvem empreendimentos desse meio. Trabalhando como autônomo ou como pessoa jurídica (PJ), um dentista deve sempre estar atento a todos os custos que envolvem seu trabalho.

Se você possui dúvidas sobre a carga tributária para dentistas e quer entender as diferenças entre autônomo e PJ para os trabalhadores desse setor, este artigo foi escrito para você!

Venha com a gente até o fim do texto e aprenda tudo que você precisa saber! Tenha uma ótima leitura!

Para um dentista, o que é ser PJ?

Tornar-se PJ significa abrir uma empresa e criar um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, ou CNPJ. Para formalizar o próprio negócio dessa maneira, porém, um dentista tem mais a fazer do que simplesmente tirar uma certidão.

Após definir o tipo societário, criar um contrato social, fazer o registro na Junta Comercial ou cartório de pessoa jurídica, e cumprir com outras obrigações legais, ainda é preciso arcar com toda uma nova gama de tributos.

Ainda que novos impostos venham a incidir sobre sua nova empresa, é possível que a carga total se torne menor ao passar a exercer a profissão de dentista como PJ em relação à pessoa física. 

Para entender como isso funciona, primeiro vamos compreender a carga tributária a ser paga por dentistas autônomos. Confira a seguir:

Leia também: Gestão financeira para dentistas: como não errar nas finanças.

Carga tributária para dentistas autônomos

Por definição, o trabalhador autônomo da odontologia é aquele que exerce a profissão como pessoa física. Esse profissional pode atender em um consultório, por exemplo. Para estar sempre em dia com as obrigações fiscais, ele deve seguir alguns passos essenciais.

Enquanto cidadão brasileiro que se enquadra nos requisitos da Receita Federal, esse dentista autônomo é obrigado a pagar o Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), que pode chegar a 27,5% dos seus rendimentos. No caso de pessoas físicas, é preciso fazê-lo por meio do Carnê-Leão.

Além dessa carga tributária, vale mencionar também os 20% que devem ser recolhidos referentes ao INSS. Para que tudo isso seja feito corretamente, é recomendável contar com o apoio de uma contabilidade para ajudar no registro do Livro-Caixa.

Isso porque, sem fazer o controle de despesas corretamente no Livro-Caixa, a taxa do INSS incidirá sobre o rendimento bruto, não sobre o líquido, e isso gera uma dedução maior do seu salário de dentista!

Carga tributária para dentistas PJ

Por mais que o processo de formalização como PJ seja complicado, ele pode acabar sendo bem valioso para um profissional liberal. 

Isso porque existem opções de regime tributário disponíveis para empresas que podem ser mais vantajosas financeiramente e mais simples de lidar do que o Carnê-Leão.

Além do tipo societário, endereço físico e mais uma série de aspectos técnicos de uma empresa de odontologia, um dentista PJ deve escolher um modelo de enquadramento fiscal para que recolha os impostos do seu negócio corretamente. 

As opções são: Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional.

Geralmente, ao abrir um empreendimento como pessoa jurídica, todo gestor ainda está trabalhando com um faturamento pequeno e por isso, se enquadra nas definições de micro ou pequena empresa. 

Isso significa, comumente, que o Simples Nacional será o modelo de tributação mais vantajoso.

Isso porque, neste regime tributário, as alíquotas costumam ser mais baixas para o microempresário, e ainda é possível pagar todos os impostos de uma só vez, por meio do Documento de Arrecadação do Simples (DAS). 

Nessa guia unificada, é possível pagar os seguintes tributos que incidem sobre dentistas PJ:

  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (PJ);
  • Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL);
  • Programa de Integração Social (PIS);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  • Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Cabe mencionar que, dentro do Simples Nacional, existem cinco tabelas de alíquotas, que são chamadas de “Anexos”. Duas delas estão destinadas aos profissionais da odontologia, que são o Anexo III e V.

Para que uma empresa de odontologia se encaixe no Anexo III, 28% ou mais do seu faturamento anual devem ser destinados ao salário dos funcionários, retiradas de Pró-labore dos sócios, CPP INSS e FGTS.. Caso contrário, ela será automaticamente enquadrada no Anexo V.

No Anexo V, a alíquota total da soma dos impostos pode oscilar entre 15,5% a 30,5%, subindo conforme o seu faturamento aumenta. No Anexo III, o valor destinado à carga tributária fica entre 6% e 33,5%.

Para saber qual é a opção mais vantajosa, vale a pena buscar o auxílio de um contador, para que esse cálculo seja feito corretamente, sem risco de erro.

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